SÁLVIA

A salvia ou salva é uma planta medicinal com o nome científico Salvia officinalis. 

Sua aparência é de arbusto com folhas aveludadas, em tonalidade verde acinzentado. As flores podem ser azuis, cor-de-rosa ou brancas, que ocorrem mais no verão.

É rica em vitaminas, como: K,  A,  B,  C e E. Mas ainda observam-se outros nutrientes em sua composição, como magnésio, ferro, cálcio, manganês, cobre e outros. Possui uma rica fonte de ácido fólico e fibras ao ser ingerida in natura.

Alguns pratos da gastronomia têm utilizado a sálvia principalmente em carnes bovinas, filé de frango, massas (nhoque, talharim e outras), ensopados, empadões, pernil de porco, entre tantos. 

Indicações da sálvia

  1. Falta de apetite, em razão das suas propriedades estimulantes do apetite;
  2. Transtornos funcionais do trato gastrointestinal, por exemplo, dificuldades na digestão, acúmulo de gases intestinais ou de diarreia, uma vez que possui ação estimulante do sistema gastrointestinal;
  3. Transpiração excessiva, em razão das propriedades inibidoras do suor;
  4. Irritações (ou inflamações) na mucosa da boca e da faringe. Também tem aplicação nas lesões da pele, pois apresenta propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias e cicatrizantes.

Quem não deve usar

Todos os alimentos ou produtos podem trazer algum desconforto ao ser utilizado. Por isso, é importante se prevenir.

Algumas pessoas apresentam hipersensibilidade a esta planta medicinal. Portanto, se ocorrer tanto a ingestão quanto a aplicação com algum efeito colateral, o recomendado é parar seu uso ou procurar um médico.

Na gravidez, também não é bom que seja utilizada, pois faltam dados científicos esclarecedores que comprovem que seja seguro o seu uso. Se a mãe estiver amamentando, a orientação é que não seja usada a sálvia, uma vez que reduz a produção de leite.

Possíveis efeitos colaterais

No caso de ingestão prolongada ou de dose muito grande, pode provocar sensação de enjoo, aumento dos batimentos cardíacos, calor e ainda espasmos epiléticos.