Carros Antigos

Carros Antigos

  Um pouco da História dos Automóveis O Primeiro Automóvel O primeiro veículo motorizado produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Criado, em 1885, pelo engenheiro alemão Karl Benz, possuía um motor a gasolina. Chamado de motorwagen (carro motorizado), as primeiras unidades foram produzidas pela empresa do inventor, a Benz & Co., na cidade alemã de Mannheim. Com sistema de arranque à manivela, este primeiro automóvel tinha potência de 0,8 cv,…

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Apóloga n° 12

Apóloga n° 12

  Apóloga 12 Como poderíamos representar o final escatológico da falsa interpretação dos significados, conforme o sentido verdadeiro dos contextos originais que a boa exegese indica? Poderíamos falar disso, metaforicamente, por meio de uma história em quadrinhos do gênero policial do tipo paradidático e utilizá-la como ferramenta ilustrativa útil em uma aula de Hermenêutica ou de Homilética, por exemplo? Este número contém também uma “pitada” de dicas técnicas no final do exemplar.   Saiba mais e faça…

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Apóloga n° 11

Apóloga n° 11

  Apóloga 11 É lícito fazer acepção de pessoas? Em princípio, não, mas será que isso é um preceito aplicável a todas as situações indistintamente? O que é preconceito? Devemos julgar os outros com juízo temerário? Quais critérios devemos adotar para condenar ou absolver? A transgressão deve ser julgada com parcialidade ou rigorosamente segundo o preceito da lei? Como lidar com tais questões, sem nos excedermos, transgredindo diante do Criador? Será que devemos deixar o…

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Apóloga n° 10

Apóloga n° 10

  Apóloga 10 Qual o local mais seguro longe da falsa interpretação decorrente de falsas sapiências e das massas fermentadas por interesses obscuros que atacam o sentido da verdadeira erudição? Podemos nos referir a esses problemas utilizando uma história em quadrinhos? Essa é a questão que motivou este autor a planejar este tipo de série. O culpado mudou de vida. Agora ele é testemunha no processo contra o seu inimigo. Sua família, porém, está em…

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Apóloga n° 9

Apóloga n° 9

  Apóloga 9 Toda a investigação em busca do verdadeiro significado  enfrentará inimigos ferozes, como falácias, silogismos falsos de observação insuficiente, simplacheirismos e engodos diversos. Além disso, o próprio interior do ser humano é como uma cidade cheia de gangsters, às vezes desorientada e vazia, cheia de medos e, por outras, repleta de obscuridades e motivações impróprias. Essa condição desarranjada transtorna a comunicação  entre os indivíduos, preconizando sempre a iminência do conflito. Como lidar com…

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Apóloga n° 8

Apóloga n° 8

  Apóloga 8 Todas coisas, na criação atual, parecem indicar um fim para serem refeitas novas posteriormente. No que diz respeito ao Universo, a própria ciência atesta que o tempo  corre para um final apocalíptico. Como isso tudo terminará? E quanto aos seres inteligentes? Haverá um acerto de contas, ou somos independentes para a irresponsabilidade e a permissividade moral e espiritual? Se teremos de prestar contas de nossas atitudes, a quem prestaremos contas? Haverá um…

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Apóloga n° 7

Apóloga n° 7

  Apóloga 7 Às vezes a natureza humana é dúbia em sua posição diante da necessidade de decisão objetiva. Em certos assuntos não fundamentais, isso pode significar prudência, mas em outros casos significa omissão transgressora. Como discernir quando estamos errando sendo instáveis e quando precisamos manter uma posição de equilíbrio? O que decidir quando corremos o risco de transgredir por comissão ou por omissão? E o que dizer da decisão de ficar em cima do…

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Apóloga n° 6

Apóloga n° 6

  Apóloga 6 Qual é a relação de consequência entre a transgressão de um indivíduo e o grupo em que está inserido? Suas decisões pessoais afetam alguém no tempo e no espaço? Quão responsável devemos ser quando tomamos decisões na vida?  Nossas decisões influenciam o futuro de alguma forma? Em quais aspectos e até que ponto podemos agir com individualismo e insensibilidade para com o nosso próximo? Um ser humano que queira viver uma vida…

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Apóloga n° 5

Apóloga n° 5

  Apóloga  5 Alguém já disse com muita perspicácia que caráter é aquilo que fazemos quando supomos que ninguém está  nos observando. Considerando que podemos formular uma definição usando uma ilustração assim, poderemos redefinir-nos a nós mesmos de uma maneira menos egocentrista e mais realista, pois quantas vezes fizemos besteiras quando não estávamos sendo vigiados? Será que estarei sendo sábio ao tratar indistinta e irresponsavelmente as minhas inclinações pessoais naturais? O que a Bíblia diz…

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