Apóloga n° 11

Apóloga n° 11

 

Apól capa 11Apóloga 11

É lícito fazer acepção de pessoas? Em princípio, não, mas será que isso é um preceito aplicável a todas as situações indistintamente? O que é preconceito? Devemos julgar os outros com juízo temerário? Quais critérios devemos adotar para condenar ou absolver? A transgressão deve ser julgada com parcialidade ou rigorosamente segundo o preceito da lei? Como lidar com tais questões, sem nos excedermos, transgredindo diante do Criador? Será que devemos deixar o “politicamente correto” governar nossas decisões pessoais? Para alguém interessado em ser aprovado em seu caráter de forma irrepreensível, essas perguntas não seriam pertinentes?

Esta história ilustra a necessidade de fazermos certas distinções entre contextos diferentes para não confundirmos os assuntos, evitando assim o silogismo falso resultante da observação insuficiente, que muito tem desnorteado a formulação de doutrinas nos dias atuais.

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Autor: Íbis Roxane

Ficha técnica de Íbis Roxane:

Foi finalizador, layoutman e ilustrador entre 1972 e 1989, na MPM Propaganda (RS), de campanhas, incluindo manchas e desenho à mão livre. Após 1980, trabalhou com diversas empresas do mercado publicitário e editorial, sempre com foco em ilustrações e capas de livros, inclusive. Ainda foi editor de arte na Editora Vida Nova por alguns anos e teve estúdio de arte em Minas Gerais, de 1990 a 1992. De 1997 para cá, dedica-se à ilustração, pintura, arte sequencial e HQ.